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QUAIS SÃO OS
ERROS E
PROBLEMAS MAIS
COMUNS NA
COMUNICAÇÃO E
ATENDIMENTO DE
PÚBLICOS
MINORIZADOS E
COMO EVITÁ-LOS

ENTENDA COMO
A SUA COMUNICAÇÃO
É PERCEBIDA DE
MODO DIFERENTE
POR ESSES
PÚBLICOS E COMO
VOCÊ PODE
AFASTÁ-LOS SEM
NEM PERCEBER



COMO GERAR
EXPERIÊNCIAS
DE CONSUMO
E RELAÇÕES
COM ESSES
PÚBLICOS MAIS
ALINHADAS COM
SUAS NECESSIDADES
E ESPECIFICIDADES
COMO TER UMA
COMUNICAÇÃO QUE
FALE COM ESSES
PÚBLICOS E OS
REPRESENTE
DE MODO MAIS
AUTÊNTICO E SEM
PRECONCEITOS
O QUE VOCÊ
PODE FAZER
PARA TER
PRÁTICAS
MAIS INCLUSIVAS
DE ATENDIMENTO
E COMUNICAÇÃO
Para quem é essa formação?
Pessoas de qualquer área de atuação que lidem (direta ou indiretamente) com públicos externos/clientes/consumidores, no presencial ou virtual, e estejam interessadas em entender:
os cuidados a serem tomados para evitar situações de preconceito no seu atendimento e comunicação, evitando repercussões negativas de imagem e processo
quais são os fatores que fazem você afastar e perder públicos e consumidores de grupos minorizados (como pessoas negras, LGBTQIA+, com deficiência e gordas)
como é o olhar desses públicos sobre as experiências de consumo que recebem
como ter ações e práticas mais inclusivas de comunicação e atendimento.
O conteúdo é válido para empresas, comércios, lojas, agências e profissionais de comunicação, espaços culturais, escolas, instituições e eventos, além de profissionais que trabalhem de modo autônomo.
Temos acompanhado com frequência pela mídia diversos casos envolvendo atendimentos equivocados e preconceituosos dirigidos a públicos e consumidores dos chamados grupos minorizados (como pessoas negras, LGBTQIA+, com deficiência e gordas, além de mulheres). Em paralelo, pesquisas realizadas no Brasil apontam que uma baixa porcentagem desses consumidores se vê bem representada na publicidade.
São dados que revelam que a maioria de marcas, negócios, instituições e espaços ainda não sabem gerar experiências adequadas de atendimento, comunicação e consumo para esses públicos. Mas de acordo com uma pesquisa de 2022 do Instituto Locomotiva, 72% do consumo no Brasil vem de grupos minorizados. Em paralelo, aumenta a cobrança do próprio mercado por melhores práticas de diversidade e inclusão (o conceito de ESG é só um exemplo).
Não saber se relacionar adequadamente com esses consumidores pode representar perda de públicos (e dinheiro), repercussões negativas de imagem, processos, e desgaste institucional a longo prazo.
Por que ela é necessária?
Qual será o conteúdo?
Encontro 1
Começaremos analisando alguns casos reais de comunicação, atendimento e experiências não inclusivas e preconceituosas. A partir deles, mostrarei quais são os equívocos mais comuns cometidos por empresas, estabelecimentos e diferentes espaços, e porque eles acontecem. Na sequência, apresentarei diversos fatores que impactam as experiências de consumo (e as percepções) dos públicos e consumidores minorizados, e também os conceitos de comunicação e atendimento inclusivos. Ao término deste encontro, você já entender diversos erros que você deve estar cometendo e como evitá-los.
Encontro 2
Veremos os principais elementos para se desenvolver ações e práticas mais inclusivas de comunicação e de atendimento (considerando presencial e virtual), e como aplicá-los na prática. Abordarei também questões que costumam gerar dúvidas frequentes, como as diferenças entre as linguagens neutra e inclusiva; identidade de gênero; comportamentos e atitudes racistas; formulação de notas oficiais de esclarecimento sobre casos envolvendo preconceito com públicos; e questões acessibilidade para além de pessoas cadeirantes.
Ao final de cada encontro, haverá um tempo reservado para um bate-papo com as pessoas participantes.
Sobre André Fonseca
Sou consultor, educador e pesquisador independente nas áreas de diversidade, comunicação inclusiva e atendimento inclusivo. Considero que minha formação mais significativa se deu na prática, mas sou graduado em comunicação social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e
pós-graduado em Cooperação e Gestão Cultural pela Universidade Internacional de Barcelona.
Trabalhei por 25 anos no setor cultural, com foco maior na comunicação e nas relações com os públicos. Fiz muitas consultorias e ministrei diversos cursos, em instituições como Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação (CELACC USP), Senac, Sesc, Universidade Anhembi-Morumbi, Biblioteca Mário de Andrade e Centro Cultural de España (em Montevideo).
Durante esse percurso, e a partir da da minha perspectiva enquanto LGBTQIA+, fui percebendo que havia uma lacuna frequente: poucos lugares e marcas sabem lidar adequadamente com públicos e consumidores minorizados. Isso mudou as direções do meu trabalho, e comecei a expandir minha atuação para além da área cultural.
O que eu faço agora é ajudar marcas, negócios e espaços a entenderem melhor questões que envolvem diversidade e inclusão, e a ter uma comunicação e um atendimento mais inclusivos. E minha trajetória na cultura me ajuda a pensar tudo isso considerando sempre os processos culturais e humanos envolvidos em cada trabalho.
Datas e formato
24 e 26 de de abril (2a e 4a feiras), das 19h30 às 21h30 (com intervalo de 5 minutos).
Os dois encontros serão realizados on-line e ao vivo, para uma melhor dinâmica e a oportunidade do bate-papo ao final. Mas se você realmente não conseguir assistir ao vivo, terá acesso à gravação pelos dois dias seguintes ao encontro.
Valor
R$250,00.
Pagamento por Pix, boleto ou cartão de crédito (em até 12x).
INSCRIÇÕES ENCERRADAS.
Ficou com alguma dúvida?
Pode me enviar um e-mail (andre@euandrefonseca.com.br), que eu respondo rápido.